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autor Lucas Motta
11/09/2010 13:00:02 - Atualizado em 11/09/2010 13:00:02 cadastre sua notícia/anúncio grátis

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Grupo de brasileiras conhece tecnologias

Grupo de brasileiras conhece tecnologias usadas por agricultores nos EUA

O roteiro técnico do Ladies Group Iguaçu pelas regiões produtoras americanas seguiu seu roteiro com uma visita à Universidade de Illinois (EUA). Na ocasião, as viajantes assistiram a uma palestra ministrada pela professora Gale Summerfield, especialista na prática da agricultura na China. A agricultura desempenha um papel crucial na economia chinesa. Segundo Gale, a China tem cerca de 200 milhões de pequenas propriedades com menos de um hectare de terra para a produção agrícola, sendo incomum grandes propriedades. A população mundial segue crescendo, entretanto não há muito mais área para ser ampliada, o que tem elevado a preocupação com relação ao aumento da produtividade. Devido à limita&cced il;ão de terras, em especial na China, há muito êxodo rural. Tradicionalmente, as mulheres não podem assumir a propriedade de suas famílias, obrigando-as assim a buscar outras opções econômicas para sobrevivência. Alguns países em desenvolvimento já buscam alternativas a longo prazo, comprando terras em outras nações para poder desenvolver a prática agrícola. Gale defende a criação de políticas e leis agrícolas.  Após a palestra, o grupo realizou uma visita guiada por estudantes pelo campus de Champaign. A Universidade de Illinois, fundada em 1867, conta com mais de 150 cursos de graduação e 100 cursos de pós-graduação em dezesseis escolas. São cerca de 40 mil estudantes, dentre eles 15 a 20 mil residindo no próprio campus. A visita possibilitou ao grupo vivenciar um pouco do cotidiano dos estudantes americanos, além do reconhecimento das estruturas e núcleos agrícolas de ensino superior.  O grupo deixou a Universidade de Illinois rumo a uma fazenda com um sotaque bem familiar, de propriedade de americano e uma brasileira. O casal de agricultores produz milho e soja em aproximadamente 1000 acres. Na ocasião, o grupo pode tirar dúvidas sobre produtividade, conservação de solo, pragas, espaçamento na produção, entre outros. De acordo com o anfitrião, Sr. Roney, a cultura da soja é plantada com um espaçamento de 15 polegadas, equivalente a 38 centímetros. Já o milho com mais ou menos 30 polegadas, aproximadamente 76 centímetros. Roney ressaltou que a produtividade da soja é similar a do Brasil e que estão à frente com relação à cultura do milho. Quando questionado sobre a reserva natural, informou que os americanos não são obrigados a conservar um percentual da sua propriedade, mas que o governo dos Estados Unidos oferece diversos programas de incentivo para estimular os produtores. Sobre a ferrugem asiática, o Sr. Roney foi enfático, ”por favor, não falem alto essa palavra, não queremos nem ouvir falar sobre essa praga", informando com humor que estão livres desse problema. Em seguida, o grupo fez um passeio pela propriedade, onde foi possível conferir o modo de gerenciamento, bem como o processo de cultivo e uso de maquinários. Todo o trabalho é realizado pelo casal, já que tradicionalmente nos Estados Unidos, os filhos em idade universitária não voltam a trabalhar no campo. O roteiro do grupo segue tendo como destino Bettendorf (Quad Cities) através da “Rodovia do Grande Rio” , ao longo do famoso Rio Mississipi, responsável por grande parte do escoamento e logística de grão nos Estados Unidos.

fonte: Agrolink


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