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autor Luiz Carlos
12/08/2010 15:53:52 - Atualizado em 12/08/2010 15:53:52 cadastre sua notícia/anúncio grátis

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Programação 28º congresso hortícola internacional em Lisboa

O International Horticultural Congress Lisboa 2010, que irá ter lugar de 22 a 27 de Agosto de 2010, em Lisboa, é o maior evento a nível mundial no âmbito das ciências hortícolas. É organizado sob a égide da ISHS-Sociedade Internacional de Ciências Hortícolas, cada quatro anos. Coube a Portugal e a Espanha, respectivamente através da APH (Associação Portuguesa de Horticultura) e da SECH (Sociedad Española de Ciencias Horticolas), a organização do Congresso em 2010. Há que olhar com atenção este grande congresso mundial, pois nunca até hoje se celebrou em nenhum país Ibero-americano um evento internacional com tamanha importância para a Horticultura, entendida no seu sentido mais lato.
 
28º congresso hortícola internacional, Lisboa 2010, uma conferência do mundo sobre ciências hortícolas sob o patrocínio do ISHS. A ciência e a horticultura para povos, o tema do congresso, enfatizam componentes científicos da horticultura e como se relaciona aos cientistas, aos produtores, aos consumidores e à sociedade at large. Os povos são igualmente o foco da horticultura para o desenvolvimento. O programa científico é rico e diverso.
Os participantes encontrarão tópicos para serir seus interesses específicos entre o número elevado de colóquios, de simpósios, de seminários, de oficinas e de sessões temáticos.

O congresso igualmente será uma oportunidade de descobrir a indústria hortícola dinâmica e inovativa em Portugal e em Espanhol.
Haverá uma grande variedade de excursões técnicas. E pela primeira vez, algumas excursões técnicas incluirão oficinas no local.
 
Um congresso multifacetado a pensar nas pessoas
O lema do Congresso é "Science and Horticulture for People" que se poderá traduzir livremente por ciência e horticultura para as pessoas ou, melhor dizendo, para a gente, entendida como o conjunto de cidadãos que trabalham ou que beneficiam da horticultura. "People" representa toda a Sociedade, pois a horticultura está presente na nossa vida quotidiana, não só na alimentação, mas cada vez mais no ambiente que nos envolve e nos espaços de lazer. Mas pensamos também no importante papel da horticultura como ferramenta de apoio ao desenvolvimento. É hoje reconhecido pelas instituições internacionais que as culturas hortícolas podem ser um meio eficaz de melhorar a dieta alimentar das populações pobres e de aumentar o seu rendimento. Procuramos um congresso de grande qualidade científica, mas que vá de encontro à resolução dos problemas e à procura da inovação, onde caiba toda a gente, que contribua para desenvolver novas oportunidades de trabalho e para melhorar as condições de vida das populações.
 
A Horticultura em sentido lato inclui muito cultivos e disciplinas científicas
Horticultura no IHC 2010 é entendida no seu sentido mais lato, ou seja, englobando a horticultura herbácea (olericultura), a fruticultura, horticultura ornamental, viticultura e muitas outras atividades. como os jardins e espaços verdes ou as plantas aromáticas e medicinais. Temos depois as diversas ciências que são a base da horticultura e que vão da fisiologia à economia ou da fitopatologia às ciências do solo e da água. Terão grande visibilidade a biologia molecular, a genómica e a biotecnologia. Trataremos de temas emergentes como as alterações climáticas, os benefícios para a saúde do consumo de fruta e hortaliças, modelação ou utilização de nanotecnologias na horticulura. Apesar de ser na Europa, mas tratando-se de um congresso mundial, o IHC 2010 não estará limitado aos cultivos das zonas temperadas. Haverá alguns eventos dirigidos especificamente aos cultivos tropicais e sub-tropicais, que se espera venham a ter grande afluência de participantes.
Grande diversidade de atividades e de temas
 
Um congresso de ciências hortícolas não pode ser apenas um encontro generalista com elevado número de comunicações agrupadas em sessões orais ou de painéis. Por isso, propomos um modelo de congresso em que se procura criar um fórum para discussão de temas e encontro de pessoas e onde também haja lugar para eventos sobre temas especializados. O programa cientifico baseia-se em oradores de grande qualidade e na grande diversidade de eventos específicos tais como colóquios, simpósios, seminários e workshops, além ainda das sessões de painéis. Em muitos deles haverá mesas redondas, sessões informais de discussão e tempo para conhecer pessoas e desenvolver contatos bilaterais. Juntamos a apresentação de trabalhos científicos de qualidade com outras atividades, contribuindo para o elevado interesse do programa e atraindo uma assistência diversificada.
 
Um congresso que vê a ciência na perspectiva da indústria
Sendo um congresso científico, não descuramos a ligação com a indústria, ou seja com a fileira. A ciência e a investigação na horticultura só fazem sentido quando vocacionadas para a inovação, o que pressupõe a participação ativa dos utilizadores do conhecimento. É estimulante procurar envolver os agentes da fileira no Congresso. Temos um Industry Committee e pretende-se incluir no programa diversas atividades especialmente destinadas à interação com o sector empresarial. Há sinais de que a relação entre os agentes produtores do conhecimento e os seus utilizadores está a alterar-se rapidamente. O congresso pretende acompanhar essa tendência. Começam a surgir as empresas que reconhecem a necessidade da investigação com vista à inovação tecnológica e que fazem contratos com as universidades para o desenvolvimento de novos produtos.
 
Vale a pena visitar Lisboa
Lisboa, velha cidade, cheia de encanto e beleza... Assim se descreve a cidade na letra de um dos fados mais conhecidos. Contudo, a Lisboa de hoje, mantendo todas as suas tradições é uma cidade moderna, internacional, com muitos e diversificados pontos de atração. Mantêm-se o peso da história com os bairros típicos, os monumentos, as vistas sobre o rio Tejo, mas surgiu também uma Lisboa nova, moderna, com todas as comodidades de uma capital europeia. Se juntarmos a tudo isto a segurança e a facilidade de transportes, compreendemos porque está Lisboa em entre as cidades mais procuradas a nível mundial para a realização de congressos. Agosto é um mês calmo, com muita gente em férias. O clima é quente e seco, temperado pela brisa que sopra do Atlântico. Lisboa tem horticultura nos seus espaços verdes e jardins e as grandes regiões de produção de fruta, hortaliças e vinho de Portugal e de Espanha espreitam a curta distância. Que melhor local se poderia encontrar para um grande congresso de horticultura?
 
Conheça uma das horticulturas mais desenvolvidas da Europa
As visitas de estudo são um prolongamento do programa do congresso e contamos que sejam organizadas pelos agentes da fileira. As visitas contribuirão também para o prolongamento do Congresso em Espanha. Iremos mostrar aos nossos visitantes que na Península Ibérica a tradição hortícola deu origem a um sector bem organizado e de grande nível tecnológico. Haverá oportunidade para visitar empresas portuguesas e espanholas de grande qualidade, mas ao mesmo tempo para saborear os encantos de alguns dos pontos turísticos mais afamados.
 
 
Fonte: Scielo


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