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autor Luiz Carlos
11/08/2010 15:01:43 - Atualizado em 11/08/2010 15:02:06 cadastre sua notícia/anúncio grátis

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Soja: Demanda chinesa mantém expectativa de preços altos

Tendência de alta deve continuar com a demanda crescente e o embargo às exportações russas.
 
A firme demanda chinesa por soja deve manter a expectativa de alta nos preços futuros da oleaginosa no mercado global. Aliado a essa demanda, o embargo às exportações de alimentos da Rússia também pode contribuir para um suporte das principais commodities agrícolas, segundo analistas.

A China, maior importador mundial de soja, comprou um volume recorde nos primeiros sete meses deste ano, principalmente dos Estados Unidos, Argentina e Brasil. As importações chinesas de soja aumentaram 16,2% em relação ao ano passado, alcançando as 30,76 milhões de toneladas.  Em julho, as compras totalizaram 4,9 milhões de toneladas e, em junho, um volume recorde de 6,2 milhões de toneladas.

Em 2009, a nação asiática importou 42,55 milhões de toneladas de soja, 13,67% a mais do que em 2008. Este ano, a expectativa é que as importações somem 50 milhões de toneladas, segundo a Associação da Indústria de Soja da China.

 “É um momento extremamente delicado com tantos fatores podendo causar impacto nos preços. A China compra mais da metade da produção mundial de soja. E a demanda chinesa crescente irá dar sustentação às cotações a futuro da oleaginosa”, disse Zhang Xiaoping, diretor da American Soybean Association International Marketing.

Depois de a Rússia ter proibido suas exportações de grãos por conta da severa estiagem que atinge o país, os preços do trigo explodiram no mercado global. Analistas afirmam que isso irá também irá contribuir para um expressivo avanço da soja e do milho.

Zhang disse ainda que a boa notícia é que este ano é esperada uma safra recorde nas principais áreas produtoras dos Estados Unidos. Cerca de metade das compras da China tem origem nos EUA, e este ano a expectativa é o volume importado de produtores norte-americanos totalize as  23 milhões de toneladas, disse o diretor.

Paralelo a essas informações, o bloqueio chinês ao óleo de soja argentino gerou especulações de que haverá mais necessidade de soja este ano para a produção de óleo e, com isso, muitas empresas demandam mais matéria prima, segundo Liu Zhaofu, gerente geral da China’s Soybean Net.

 
Fonte: Redação NA - Com informações do China Daily


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