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autor Luiz Carlos
07/07/2010 17:10:09 - Atualizado em 07/07/2010 17:10:09 cadastre sua notícia/anúncio grátis

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Mercado do feijão reage após uma semana de baixa

FEIJÃO CARIOCA   7h30 - Após uma semana com o mercado sendo manipulado para baixo,  ontem, o mercado reagiu. No interior  os produtores que recebiam ofertas na casa dos R$ 110 por feijão nota 9, em Minas e Goiás,  não cederam. Como a oferta ainda não é maior e a área colhida vai aumentando lentamente forçaram um pouco. Como ja havíamos destacado na semana passada os  produtores são quem mandam no segundo semestre e eles resolveram pedir um pouco mais. Houve mais compradores durante todo o dia nas fontes e nas corretoras da Bolsa de Mercadorias procurando feijão nota 9 por até R$ 120. Como os compradores recuaram quando viram os preços caindo na semana passada, esta semana precisam repor o que estão vendendo. Não se trata de maneira nenhuma de estocagem e sim de reposição normal. Nesta manhã a entrada foi de 10.200 sacas, com venda de 6.200 e sobras de 4 mil. Preços ficaram em R$ 135 para 9, R$ 120 para 8, R$105 para feijão nota 7.

 
FEIJÃO PRETO 7h30 -O mercado de feijão em fardo em breve, se continuar como está, apresentará novos empacotadores com dificuldades financeiras. O principal mercado de quantidade de feijão preto é o Rio de Janeiro. Naquela praça o preço de fardo não permite que se pague mais do que R$ 80 por 60 kgs. Como o custo de aquisição fica acima deste valor espera-se que diversos compradores venham a ter problemas no seu fluxo e pode esta situação evoluir para uma grave crise neste segmento da cadeia produtiva. Empacotadores em dificuldades financeiras costumam repassar esta dificuldade para os produtores. Somente as empresas sólidas com custos muito bem trabalhados e que atuem com feijão carioca em outras praças conseguem preservar sua condição financeira  no mercado como está agora. A mercadoria que o Paraná oferece agora para chegar a ser empacotada implica em quebra na indústria de cerca de 10%. 

 

Fonte: Correpar


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