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autor Luiz Carlos
01/07/2010 15:29:18 - Atualizado em 01/07/2010 15:29:18 cadastre sua notícia/anúncio grátis

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Indicadores dos EUA afetam mercados e Bovespa cai

A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) e as principais Bolsas de Valores no exterior não resistem a nova bateria de indicadores desfavoráveis nos EUA e na China.

O índice Ibovespa, que reflete os preços das ações mais negociadas, retrocede 0,68%, aos 60.521 pontos. O giro financeiro é de R$ 3,23 bilhões. Nos EUA, o índice Dow Jones (da Bolsa de Nova York), perde 0,96%. Na Europa, a Bolsa de Londres cai 2,33%, enquanto a Bolsa de Frankfurt cede 2%.

O dólar comercial é vendido por R$ 1,803, em leve queda de 0,05%. A taxa de risco-país marca 254 pontos, número 2% acima da pontuação anterior.

Entre as principais notícias do dia, o Departamento de Trabalho dos EUA apontou um aumento na demanda pelos benefícios do auxílio-desemprego. Houve um acréscimo de 13 mil registros no montante de solicitações, que atingiram 472 mil na semana passada, bem acima da estimativa do mercado (consenso em 460 mil).

Ainda nos EUA, a entidade privada ISM (sigla em inglês para Institute for Supply Manegement) revelou que o nível de atividade industrial do país desacelerou em junho, recuando para patamares ainda mais baixos do que o previsto pelos mercados.

Outra notícia negativa veio do setor imobiliário, que já surpreendeu negativamente nas semanas anteriores. Uma pesquisa indicou uma queda de 30% nas vendas pendentes (preliminares) de casas em maio, um importante termômetro para o segmento.

E finalmente, o Departamento de Comércio dos EUA informou que o nível de gastos na construção civil caiu 0,2% em maio, após uma contração de 2,3% em abril. A queda, no entanto, não foi pior do que o previsto pelos economistas do setor financeiro, que esperavam uma retração de 0,6%.

O grupo HSBC estimou uma queda no nível de atividade da indústria chinesa no mês de junho. O índice elaborado pelo banco caiu de 52,7 em maio para 50,4 em junho, o menor valor em 14 meses. Pela metodologia dessa pesquisa, uma leitura acima de 50 pontos representa expansão, enquanto um número abaixo indica que determinado setor está em contração.

No front doméstico, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) revelou que a produção industrial do país ficou estável em maio, ante uma variação negativa em abril. Com o resultado de maio, a indústria acumula crescimento de 17,3% em 2010. Nos últimos 12 meses, a alta ficou em 4,5%.

A FGV (Fundação Getúlio Vargas) apontou uma deflação de 0,21% em junho, pela leitura do IPC-S. Com este resultado, o índice acumula alta de 3,64% no ano e 4,93%, em 12 meses. Em maio, o indicador subiu 0,21%.

Fonte: Folha Online


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