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autor Luiz Carlos
28/05/2010 09:59:20 - Atualizado em 28/05/2010 10:00:25 cadastre sua notícia/anúncio grátis

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CMN aprova linha de crédito para a estocagem de etanol

Política agrícola: Arrozeiros gaúchos também contarão com financiamento

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou, na quinta-feira, voto agrícola que institui linha de crédito destinada à estocagem de etanol combustível. O financiamento, lastreado com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), será destinado a usinas, destilarias, cooperativas de produção e de produtores e para empresas que comercializam etanol etílico carburante.

No ano passado, R$ 2,3 bilhões foram destinados a esse tipo de estocagem, sendo R$ 1,3 bilhão do BNDES e R$ 1 bilhão do Banco do Brasil, dos quais R$ 685 milhões foram utilizados. Os limites previstos para esse novo tipo de financiamento no âmbito do Plano de Safra, as taxas de juros, os prazos de pagamento e as condições de garantia serão divulgados no dia 7 de junho, durante o lançamento do plano agrícola 2010/11.

A linha de crédito específica para a estocagem de etanol integra os 13 votos agrícolas aprovados, na quinta-feira, pelo Conselho Monetário Nacional.

Em outra medida, o CMN aprovou a criação de uma linha de crédito de caráter emergencial, no montante de R$ 204 milhões, direcionada a cerca de 2 mil plantadores de arroz do Rio Grande do Sul, cujas lavouras foram danificadas por condições climáticas desfavoráveis no período entre novembro do ano passado e março de 2010.

Os financiamentos serão limitados a R$ 400 mil por produtor, sendo que não poderão ultrapassar R$ 2.500,00 por hectare de arroz. Os juros são de 5,75% ao ano, com dois anos de carência e pagamento em parcelas semestrais ou anuais, observado o prazo máximo de oito anos.

Um outro voto do CMN instituiu um novo sistema de controle das políticas de comercialização. Com isso, a partir deste ano, os bancos públicos e privados passam a ser obrigados a encaminhar trimestralmente ao Ministério da Fazenda informações sobre os agentes (agroindústrias, cooperativas e produtores) que se beneficiam das políticas de equalização de preço.

O objetivo é fazer um cruzamento dessas informações e ter maior conhecimento sobre a disseminação dessas operações no agronegócio.

Parte dos votos aprovados se refere à definição das condições de financiamento de custeio e comercialização da agricultura comercial e familiar do próximo Plano de Safra e deverão ser divulgadas em detalhes no próximo dia 7 de junho.

 

Fonte: Valor Econômico - Luciana Otoni


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