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autor Luiz Carlos
24/05/2010 16:41:18 - Atualizado em 24/05/2010 16:41:18 cadastre sua notícia/anúncio grátis

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Couro: Exportações 97% maiores em abril

As exportações brasileiras de couros contabilizaram US$ 160 milhões em abril deste ano, salto de 97% em comparação ao mesmo mês de 2009, segundo dados elaborados pelo Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), com base no balanço da Secretaria de Comércio Exterior, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Já no primeiro quadrimestre de 2010, a indústria curtidora apurou US$ 555,95 milhões, crescimento de 80% ante ao mesmo período anterior, e 33% em volume.

“Nos quatro meses do ano, quando comparamos ao mesmo período de 2009, auge da crise econômica mundial, os embarques de couros cresceram em volume e receita, sinalizando a retomada da competitividade do setor”, avalia o presidente do CICB, Wolfgang Goerlich.

O executivo, que recentemente foi eleito à presidência do International Council of Tanners – ICT (sigla em inglês para Conselho Mundial da Indústria Curtidora, entidade internacional com representações em 25 nações), estima que em 2010 as vendas externas fechem o ano entre US$ 1,7 e US$ 1,8 bilhão, valor cerca de 60% superior a 2009, “mas ainda inferior ao patamar das nossas exportações de US$ 1,88 bilhão (2008) e US$ 2,2 bilhões em 2007”, explica.

Neste contexto, as exportações brasileiras de couros ainda sofrem os efeitos da lenta recuperação de importantes mercados de consumo, além da necessária capitalização das empresas, para que haja um crescimento sustentado. Outras medidas também podem estimular a reação da indústria curtidora, a exemplo da criação de linhas de crédito para suprir o capital de giro das empresas, política em que o governo pode prestar contribuição determinante.

Na análise de Wolfgang Goerlich, a estratégia fundamental neste processo de recuperação seria a criação de linhas de créditos para capital de giro pelo Banco do Brasil e BNDES, a adequação de prazos e encargos de ACC (Adiantamento sobre Contrato de Câmbio), e a reedição do Revitaliza, além de agilização nos ressarcimentos de créditos de exportação e autorização da compensação automática de créditos fiscais.
 

Fonte: Diário de Cuiabá


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