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autor Dhiones
29/04/2010 14:40:23 - Atualizado em 29/04/2010 14:40:23 cadastre sua notícia/anúncio grátis

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Commodities Agrícolas

Safra brasileira. Os preços futuros do açúcar fecharam em baixa pelo segundo dia consecutivo na bolsa de Nova York. Os contratos com vencimento em julho terminaram o pregão de ontem cotados a 14,86 centavos de dólar por libra-peso, queda de 51 pontos em comparação ao dia anterior. A entrada da safra brasileira no mercado foi o motivo apontado por analistas consultados pela Dow Jones Newswires para justificar a queda de ontem. Outro fundamento que pode pressionar ainda mais os preços é a previsão do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) que espera por um aumento de 21% na produção de açúcar na China para a safra 2010/11. No mercado interno, a quarta-feira também foi de queda. O indicador Cepea/Esalq fechou o dia a R$ 57,36 por saca, baixa de 0,64%.

Compras especulativas. Compras especulativas na bolsa de Nova York fizeram com que os preços futuros do café voltassem a subir ontem. Os contratos com vencimento em julho terminaram o dia valendo US$ 1,339 por libra-peso, valorização de 305 pontos em comparação ao dia anterior. A demanda levou os preços para o patamar mais elevado em duas semanas, segundo a Dow Jones Newswires. Analistas disseram que as análises gráficas estavam favoráveis para as compras de ontem, mas para que os preços mantenham o ritmo de valorização os investidores precisarão de outras razões além dos aspectos técnicos. A entrada da safra brasileira no mercado é um dos fatores que limita novos ganhos. No mercado interno, o indicador Cepea/Esalq subiu 0,93% para R$ 284,83 por saca.

Efeito China. A China fez ontem sua maior compra de milho americano em mais de dez anos e, com isso, o mercado futuro fechou em alta na bolsa de Chicago. Mas, de acordo com analistas ouvidos pela Dow Jones Newswires, o impacto no longo prazo deve ser mínimo, a menos que o país asiático torne-se um comprador mais consistente . Os contratos com vencimento em julho subiram 10,25 centavos de dólar a US$ 3,64 por bushel. Enquanto s exportações crescentes têm potencial para elevar as cotações, a grande oferta e o bom início de plantio nos EUA devem limitar os ganhos. O USDA anunciou ontem que a China comprou 115 mil toneladas de milho para entrega no atual ano-safra, 2009/10. No mercado doméstico, o indicador Esalq/BM&FBovespa para o milho fechou a R$ 18,01 a saca, queda de 0,15%.

Mais uma queda. O IqPR, índice de preços recebidos pelos produtores agropecuários de São Paulo pesquisado pelo Instituto de Economia Agrícola (IEA) - vinculado à Secretaria da Agricultura do Estado -, registrou variação negativa de 0,49% na terceira quadrissemana de abril. Foi a segunda queda após 12 altas seguidas, confirmando uma tendência de desaceleração. A baixa média foi determinada pelo comportamento das cotações no grupo de 14 produtos de origem vegetal. Este caiu 1,39% na média ponderada, com destaque para novas retrações das laranjas para mesa (20,12%) e para indústria (16,19%) e tomate para mesa (14,56%). O grupo de produtos de origem animal, formado por seis itens, subiu 1,74%, puxado por carne bovina (6,01%) e leite B (3,85%). A carne de frango recuou 7,01%.

 

Fonte: Valor Econômico


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