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autor Luiz Carlos
13/04/2010 16:53:49 - Atualizado em 13/04/2010 18:15:15 cadastre sua notícia/anúncio grátis

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Commodities Agrícolas

\"\"Queda do dólar. Os preços do café iniciaram a semana em alta na bolsa de Nova York, interrompendo um movimento de queda que já durava quatro dias. Os contratos com vencimento em julho terminaram o pregão de ontem cotados a US$ 1,353 por libra-peso, valorização de 80 pontos em relação À sexta-feira. A queda do dólar no mercado internacional diante das notícias sobre um pacote de ajuda para a Grécia foi apontada como o principal fator de sustentação para o café, segundo a Dow Jones Newswires. Aliado a esse fator, compras de fundos de investimento e de indústrias torrefadoras contribuíram para os ganhos registrados ontem. No mercado interno, o café tipo 4 estilo Santos fechou o dia estável a R$ 271 por saca, segundo o Escritório Carvalhaes.
Recuperação técnica. Os preços futuros do cacau fecharam em alta no pregão de ontem na bolsa de Nova York. Os contratos com vencimento em julho terminaram o dia valendo US$ 2.930 por tonelada, alta de US$ 53 em relação à sexta-feira. Analistas disseram que o mercado recuperou parte das perdas registradas no pregão anterior. Além disso, a desvalorização do dólar ante outras moedas no mercado internacional atraiu mais compradores e deu sustentação ao preço do cacau. Segundo a Bloomberg, as entregas do produto nos portos da Costa do Marfim somaram 9.164 toneladas na primeira semana de abril. No mercado brasileiro, os preços do cacau subiram 0,7% ontem, cotados a R$ 82,60 por arroba, de acordo com a Central Nacional de Produtores de Cacau.
Compras especulativas. Os preços do suco de laranja fecharam em alta pelo segundo dia consecutivo na bolsa de Nova York. Os contratos com vencimento em julho subiram 50 pontos e terminaram o dia cotados a US$ 1,3235 por libra-peso. Analistas disseram que o mercado continua a apresentar um movimento técnico de compras depois que as cotações do suco atingiram na semana passada o nível mais baixo em 17 semanas, segundo a Dow Jones Newswires. Entre os fundamentos, as boas condições do clima favorecem o desenvolvimento dos pomares da Flórida, o que limita ganhos mais acentuados. Apesar disso, no Brasil são esperadas perdas para os próximos dez anos devido ao avanço do greening. No mercado interno, a laranja pêra in natura foi cotada a R$ 17,25 a caixa, segundo o Cepea.
Demanda da China. Os preços da soja fecharam em alta pelo segundo dia consecutivo na bolsa de Chicago. Os contratos para julho terminaram o dia cotados a US$ 9,685 por bushel, ganho de 6,5 centavos de dólar. A queda do dólar no mercado internacional atraiu compradores para as commodities, principalmente de investidores interessados em cobrir posições vendidas. Segundo a Bloomberg, a China continua sendo um grande comprador da soja americana. Ontem, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) informou vendas de 120 mil toneladas de soja para a China para entrega em setembro. No mercado interno, a saca de soja foi cotada ontem em Rondonópolis a R$ 28,50, valor estável em comparação aos negócios de sexta-feira, segundo o Imea.


Fonte: Valor Econômico


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