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autor Luiz Carlos
08/04/2010 11:13:54 - Atualizado em 08/04/2010 11:17:06 cadastre sua notícia/anúncio grátis

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Commodities Agrícolas

\"\"Saída de posições. Os futuros de suco de laranja voltaram a cair, ainda com maior intensidade, no pregão de ontem na bolsa de Nova York, reflexo da decisão de fundos de se desfazerem de suas posições compradas. O contrato com vencimento em julho fechou em 132,75 centavos de dólar por libra-peso, recuo de 315 pontos. A falta de notícias altistas e a ausência de traders no mercado voltaram a pressionar, segundo analistas ouvidos pela Dow Jones Newswires. Agora, o mercado está olhando para o relatório de sexta-feira do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) sobre a produção de laranja na Flórida, apesar de não haver perspectiva de alteração na previsão anterior, de 131 milhões de caixas. Em São Paulo, a caixa de laranja pêra in natura ficou estável em R$ 16,70, segundo o Cepea/Esalq.
 
Influência do milho. Uma combinação de compras sazonais, falta de notícias baixistas e influência do mercado de milho fez os contratos futuros de soja subirem ontem na bolsa de Chicago. Os papéis com vencimento em julho tiveram alta de 8 centavos de dólar a US$ 9,615 por bushel. Com os fatores baixistas já precificados e as tendências sazonais apontando alta ninguém quis ficar do lado da venda, disse, à Dow Jones Newswires, Tim Hannagan, da P.F.G. Best. A única incerteza é como será a próxima temporada de plantio e isso encorajou traders a adicionar prêmios de risco aos preços. Ao mesmo tempo, a alta do milho por causa da possível importação da China, o dólar fraco e a falta de vendas da América do Sul também contribuíram para a alta. O indicador Cepea/Esalq ficou em R$ 33,42/saca, alta de 0,57%.
 
Demanda da China? Os contratos futuros de milho fecharam em forte alta ontem na bolsa de Chicago com os rumores de possíveis importações por parte da China e compras técnicas, afirmaram traders à Dow Jones Newswires. Os papéis com vencimento em julho subiram 9,75 centavos de dólar a US$ 3,6775 por bushel. O mercado estava apenas em leve alta no meio do pregão quando os preços dispararam. A razão foram as informações de que empresas na China buscavam licenças de importação para 2 milhões de toneladas de milho. Alguns agentes do mercado disseram que o número poderia crescer. Analistas apontaram ainda compras técnicas como motores da alta, estimuladas também pelos rumores sobre a China. O indicador de preços ESALQ/BM&FBovespa ficou em R$ 18,18 por saca, queda de 0,56% no dia.
 
Risco climático. Os contratos futuros de trigo subiram ontem para o maior preço em cinco semanas na bolsa de Chicago com as especulações de que o clima frio irá prejudicar parte das lavouras americanas. Os papéis com vencimento em julho fecharam a US$ 4,8875 o bushel, alta de 11,50 centavos. Há previsões nos EUA de que as temperaturas vão cair para menos 4 graus Celsius em algumas regiões de Nebraska e Texas. Além disso, temperaturas baixas foram registradas também em Kansas, importante região de produção. De acordo com analistas ouvidos pela Bloomberg, provavelmente o frio não se prolongará o suficiente a ponto de causar muitos estragos. No mercado do Paraná, a saca do cereal ficou estável em R$ 23,67, segundo o Departamento de Economia Rural da Secretaria de Agricultura do Estado.
 
 
Fonte: Valor Econômico


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