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autor Cristina Crispa
01/10/2018 19:52:54 - Atualizado em 01/10/2018 19:52:54 cadastre sua notícia/anúncio grátis

Notícias Agricultura e Pecuária

Evolução da resistência a herbicidas

Pesquisadores debatem evolução da resistência a herbicidas.

Preservação da molécula do glifosato é meta da companhia australiana para a agricultura brasileira.

Alguns dos principais pesquisadores do País em plantas daninhas reuniram-se em evento tecnológico patrocinado pela Nufarm; preservação da molécula do glifosato é meta da companhia australiana para a agricultura brasileira

Um grupo formado por 13 dos maiores especialistas do Brasil em manejo de plantas daninhas reuniu-se na cidade de São Paulo, na última semana, para debater sobre tecnologias disponíveis e em desenvolvimento visando o manejo de plantas. O encontro TecNufarm Plantas Daninhas tratou da evolução da resistência de plantas daninhas a herbicidas, além do impacto da entrada de novos traits de organismos geneticamente modificados (OGMs) na agricultura brasileira.

Durante o evento organizado pela australiana Nufarm, uma das líderes do mercado global de agroquímicos, especialistas convidados apresentaram ainda trabalhos em torno do uso de herbicidas residuais na cultura da soja, com ênfase no produto de ponta ZethaMaxx®, distribuído pela empresa.

“O modo de ação desse produto único, inovador, favorece a preservação de moléculas como o glifosato e inibidores da enzima ACCase no manejo de invasoras”, destaca Mario Drehmer, engenheiro agrônomo, gerente de herbicidas da Nufarm. “ZethaMaxx® é um herbicida pré-emergente com ação residual sobre um amplo espectro de plantas daninhas de difícil controle e resistentes ao glifosato, como a buva e capim-amargoso”, acrescenta ele.

Para Drehmer, o glifosato permanece uma ferramenta indispensável ao controle de plantas daninhas na agricultura brasileira. “A Nufarm desenvolve pesquisas em caráter permanente com o objetivo de estender a eficácia do glifosato no manejo de invasoras. Os resultados a campo obtidos com a aplicação de ZethaMaxx® mostram que estamos no caminho certo”.

Participaram dos debates e apresentações técnicas consultores e pesquisadores de entidades e empresas como Embrapa, Esalq-USP (SP), Fundação Chapadão (MS), Instituto Mato Grossense do Algodão (IMA), Ceres Consultoria (MT), Centro Universitário de Várzea Grande (Univag-MT), CCGL TEC Consultoria (RS), Universidade Federal de Santa Maria (UFSM-RS), Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP), Fundação ABC (PR) e Universidade Estadual de Maringá (UEM-PR).

Fonte: Assessoria de imprensa.


TAGS pesquisadores , debatem , evolução , resistência , herbicidas


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