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autor Marlene Simarelli
30/11/2017 15:17:42 - Atualizado em 30/11/2017 15:24:58 cadastre sua notícia/anúncio grátis

Notícias Agricultura e Pecuária

Pesquisa comprova outro jeito para combater o greening

 

O MFG - Manejo Fisiológico do Greening - contribui para um pomar mais sadio e produtivo por mais tempo, respeitando as normas oficiais vigentes. Pesquisa demandou uma década até chegar aos resultados já comprovados por citricultores

 

Só em 2017, 32 milhões de árvores do parque citrícola de São Paulo e Minas Gerais (16,73%), já foram afetadas pelo greening ((huanglongbing/HLB), segundo levantamento do Fundecitrus divulgado em junho. A doença afeta quase todas as regiões produtoras de citros do mundo e também coloca em risco a citricultura brasileira. Em busca de uma solução, grupo de pesquisadores da Conplant, empresa focada em nutrição e fisiologia de plantas, em parceria com a Allplant, da área de fertilizantes, desenvolveram o manejo fisiológico do greening. O MFG, como está sendo chamado, possibilita o controle do desenvolvimento do HLB ou amarelão, como também é conhecida a doença, bem como implantar novos pomares em áreas contaminadas.

 

O novo tratamento não evita o aparecimento da doença, mas “é um conjunto de ações baseado em nutrição, estimulantes vegetais e manejo de solo, que previne o desenvolvimento da severidade da doença e evita que ela cause grandes danos e prejuízos às plantas”, explica o engenheiro agrônomo, Camilo Lázaro Medina, pesquisador da Conplant e líder do desenvolvimento do MFG.

 

De acordo com o pesquisador e diretor da Conplat, Ondino Cleante Bataglia, são mais de dez anos de pesquisa para o desenvolvimento do tratamento à base de nutrientes e bioestimulantes. O MFG já está sendo aplicado com sucesso em pomares comercias nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Paraná.

 

O pesquisador Camilo Medina relata que “os pomares que recebem o tratamento, além do controle da doença,  apresentam aumento da produtividade, pois, o manejo, além de agir nas plantas sintomáticas, oferece nutrientes que também ajudam as plantas sadias”.

 

Os pesquisadores ressaltam que, mesmo com MFG, o combate ao inseto vetor da doença, o psilídeo, não pode ser interrompido. Além disso, é importante seguir as orientações dadas pelas legislações a respeito

do greening.

 

 

Marlene Simarelli

www.artcomassessoria.com.br

 


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